Tweeteiros Tricolores

Um blog que fala de SPFC – Humor – Seleção – Futebol Gringo e a Falta do Que Fazer.

BOTAFOGO 3 X 2 SPFC

Publicado por camilazanluchi em 22/11/2009

Olá amigo são paulino fim de jogo e as emoções afloradas ao extremo nesse momento.

Não fizemos a nossa parte e agora infelizmente teremos que torcer pela competência de outro time, o Goiás. Mas vamos ao jogo que é o que nos interessa.

Logo que a TV transmitiu a escalação do time, confesso me surpreendi. A escalação de Marlos junto com Washington no ataque me fez acreditar em alguma modernidade passando pela cabeça de nosso técnico.

Mas foi só o jogo começar para eu perceber que aquela sensação de time pra frente estava só no papel.

Os atacantes no começo do jogo ficaram isolados na frente, porque ficou claro que Ricardo Gomes mandou que tanto os alas, como o meio de campo não se adiantassem.

Nos dez minutos iniciais o São Paulo não entrou em campo, se encolheu no campo de ataque adversário como se estivesse jogando contra o Barcelona com Messi no ataque, em um segundo jogo de Champions League que tivesse ganho no primeiro jogo por 3 a 0.

Tudo bem amigo tricolor, você deve estar pensando: Mas estávamos jogando no campo do adversário, tínhamos que apostar no contra-ataque mesmo, chamar o adversário pro nosso campo. Discordo, quando estamos falando de um time que estava praticamente na zona do rebaixamento jogando como líderes do campeonato.

O time se fechou, deixando o Botafogo tocar a bola ao seu “bel prazer”, e o pior em minha opinião foi que ao invés de marcarem a saída de bola do adversário no meio de campo, o time do São Paulo deixava para fazer isso na entrada da grande área, e por pouco aos 12 minutos não tomamos um gol de fora da área do zagueiro Juninho, defendido por Rogério.

O gol do Botafogo era questão de tempo; e o foi o que aconteceu aos 15 minutos em uma bela jogada de Jobson, um golaço. O que se viu depois foi um recuo normal do time adversário e o São Paulo tentando de todas as maneiras entrar na área adversária. Marlos era obrigado a vir ao meio campo buscar bolas, porque Hernanes simplesmente não subiu a campo no primeiro tempo.

O jogo começou a ficar tenso, com os gandulas tentando ganhar tempo, deixando os jogadores tricolores irritados. Rogério Ceni no intervalo disse que os gandulas estavam “bem treinados”.

O São Paulo só ameaçou o gol de Jeferson aos 40 e 42 minutos, com Jorge Wagner e Marlos respectivamente. Foi quando Miranda que havia mudado de posição em campo, deixando na sobra Renato Silva que já tinha recebido um cartão amarelo apareceu no ataque e chutou na trave. No mesmo minuto Junior Cesar cruza na área e Washington se antecipa ao zagueiro e empata a partida.

Com 57% de posse de bola, o São Paulo nos deixou no intervalo com a sensação que a vitória era certa e que aconteceria naturalmente. Mas não foi o que vimos na segunda etapa.

O time voltou dependente demais dos dois atacantes, visto que o meio de campo de criação não existia. Jorge Wagner por vários momentos parecia perdido em campo, não sabia se jogava com disciplina tática ou se ia ao ataque. Arouca com indisposição estomacal por causa do calor (ops, ele não é carioca?) não rendeu nem a metade do que era esperado nem na marcação, nem no ataque.  Hernanes? Ele subiu pro segundo tempo?

Aos 10 minutos Washington me fez lembrar Aloísio Chulapa com um pivô de barriga, em uma bela troca de passes entre ele e Jorge Wagner. Bola no fundo do gol.

E todos nós já estufávamos o peito e dizíamos… Ninguém mais segura, quando Renato empatou a partida. Que confesso que pra mim ainda é um lance confuso, todos os comentaristas de arbitragem dizem que o gol foi legal, mas aquele cara voltando de fora do campo não me parece muito normal. Mas enfim… Também não achei normal Junior Cesar no meio da grande área homenageando Roberto Carlos, apoiado com as duas mãos na perna, enquanto a “festa da uva” acontecia ali na frente do Rogério, quando devia estar marcando o Renato.

O que se viu depois foi a pior partida de Miranda no campeonato brasileiro. Errou lances primários e no lance do terceiro gol, Jobson o colocou no bolso.

Hernanes só mostrou que estava em campo aos 29 minutos quando chutou uma bola na trave e no lance que originou o terceiro gol do Botafogo, quando chutou de fora da área e a bola desviou na zaga, não sendo dado escanteio e sim tiro de meta, logo após, o terceiro gol.

Resultado péssimo, para uma equipe que hoje jogou como time pequeno.

Há muito campeonato pela frente ainda e acredito demais no São Paulo, ainda mais com a volta de Dagoberto, Jean, Hugo e André Dias no jogo com o Goiás no próximo final de semana.

Continuaremos contra tudo e contra todos na busca por mais um titulo.

E como diz Luiz Fabiano, o Fabuloso em um comercial de uma famosa cerveja, quando a seleção joga contra todas as equipes do mundo:

“Vem!”

Notas dos jogadores do São Paulo:

Rogério Ceni – Sem culpa nos gols, mas péssimas reposições (6,5)

Renato Silva – Grosso como sempre, faz o básico (5,0)

Miranda – Uma bola na trave e nem em sonho, o zagueiro que conhecemos (5,0)

Richarlyson – Até a expulsão estava fazendo uma boa partida (6,5)

Gonzalez – Recuado demais, só apareceu na substituição (4,0)

Hernanes – Não entrou em campo, péssima partida (1,0)

Arouca – Substituído com problemas estomacais, quando esteve em campo não comprometeu (5,0)

Jorge Wagner – Carregou o meio campo nas costas e fez um belo gol (7,0)

Junior Cesar – Apoiou bem o ataque quando isso lhe foi permitido, uma assistência e a falha no segundo gol do Botafogo (6,0)

Washington – Participou dos dois gols, ótima partida (8,0)

Marlos – Antes de cansar, correu por Hernanes e fez boas jogadas na linha de fundo (8,0).

Das três substituições apenas Zé Luiz entrou bem, Wellington em seu primeiro lance mostrou imaturidade e Henrique em dois lances dentro da grande área se tivesse tocado para Washington, o resultado agora poderia ser outro. Evidenciando a falta de “amadurecimento” já dito por essa pessoa que vos fala desses atuais meninos da base no time profissional.

Ricardo Gomes – Não é segredo que não gosto do trabalho dele e hoje mais uma vez achei que ele posicionou mal o time, excessivamente defensivo e errou nas substituições. Porque não, Oscar no lugar de Hernanes?

Perdemos a batalha, mas não a guerra!

Saudações tricolores!

 Por – Camila Zanluchi

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PRÉ JOGO: BOTAFOGO X SPFC

Publicado por Edu em 21/11/2009

Leitor São Paulino, o SPFC visitará o Rio de Janeiro para enfrentar o Botafogo no Engenhão às 17 horas deste domingo. Partida válida pela 36ª rodada do interminável torneio nacional.

O jogo é decisivo e poderá influenciar no posicionamento de vários clubes perante a tabela, Botafogo e SPFC vêm de campanhas distintas. O Tricolor maior do mundo é líder e terá que bater o time carioca para continuar dependendo somente de si para conquistar o sétimo caneco. Já o Botafogo, sonha com uma vitória para tentar escapar da zona da degola e alcançar Atlético PR e Coritiba, mas uma derrota agiganta a probabilidade de descenso, visto que o Fluminense, em grande fase de reação, terá um embate com o já rebaixado Sport.

O SPFC há alguns dias vem sofrendo com os veredictos do questionável STJD (que claramente está favorecendo outros clubes) e vem pagando os pecados que não cometeu por ser o clube mais competente do país. Com as decisões do tribunal, o Tricolor terá para esta partida os desfalques de nada mais nada menos que; Jean, Borges e Dagoberto. Andre Dias e Hugo por receberem o terceiro amarelo pela troca de empurrões no confronto contra o Vitória.

Com todas essas baixas o treinador Ricardo Gomes fará alguns improvisos para manter a equipe no mesmo nível em que vinham os titulares. Certamente Richarlyson será deslocado para a zaga no lugar de Andre Dias, o meio campo ainda deixa dúvida aos torcedores, mas com as boas atuações de Arouca, provavelmente o atleta será titular. No ataque a dupla parece estar definida. Ricardo Gomes deu a entender que Washington e Marlos farão a inédita dupla. Um fato curioso será o banco de reservas, que obrigatoriamente estará recheado de alguns dos melhores garotos da base, tais como: SERGIO MOTA, AISLAN, HENRIQUE, DIOGO, MAZOLA E WELLINGTON.

Provável escalação – SPFC

Rogério Ceni, Renato Silva, Richarlyson e Miranda, Adrian Gonzalez, Arouca, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar, Marlos e Washington.

O time da estrela solitária não pode nem sonhar com uma derrota, portanto a ordem em General Severiano é vencer o São Paulo. Para isso o treinador Estevam Soares contará com a equipe completa para o embate: O ex São Paulino Juninho, especialista em cobranças de faltas treinou bem e volta a compor o time titular. Reinaldo, recuperado de uma lesão muscular também reforçará a equipe.

Com as dificuldades enfrentadas pelo glorioso nesta temporada e com o retrospecto favorável ao São Paulo, que não perde para o alvinegro no Rio de Janeiro desde 2004, Estevam Soares decidiu passar toda a responsabilidade para o maior do mundo e se isentar de favoritismo jogando em casa contra o líder. Destaco uma frase dita pelo treinador: “Não podemos ficar pensando no que vem pela frente. O foco é o jogo de domingo. Estaremos em casa, jogando contra o todo-poderoso líder do campeonato”.

Provável escalação – Botafogo

Jefferson, Alessandro, Juninho, Wellington, Diego Giaretta, Leandro Guerreiro, Fahel, Léo Silva, Lúcio Flávio, Jobson e Reinaldo.

O Tricolor precisa da vitória para manter vivo o sonho do HEPTA, com os desfalques tão lembrados pela imprensa, não creio que o time mais vitorioso do país encontre dificuldade neste jogo. As peças de reposição do nosso elenco é sortida, se for bem aproveitada certamente sairemos da cidade maravilhosa com os 3 pontos. Basta ao comandante Tricolor saber dosar vontade de vencer com responsabilidade, fazendo o básico, sem invenções.

A torcida espera ver os meninos que vestem a camisa mais bonita do mundo esvaindo em glória após esse embate, que é mais um passo rumo ao inigualável TETRA CAMPEONATO.

Força Tricolor rumo aos TETRAS.

Por – Edu

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ZÉ, O TRICOLOR, COM DOR DE GARGANTA

Publicado por Edu em 20/11/2009

Sentado no banco Do balcão da padaria, próximo ao Jonas, Zé, o tricolor, faz seu tradicional pedido: café-com-leite e pão com manteiga na chapa. Só que desta vez o faz com gestos, sem dizer uma só palavra. O Jonas se aproxima e pergunta:

- Bom dia seu Zé. Há algo de errado?

- Sim, há. Sussurra o Zé numa voz rouca e baixa.

- O que foi? Consegue me contar ou a coisa ta feia mesmo?

O Zé mexe com a cabeça e põe-se a falar:

- Dá, dá pra falar sim, Jonas. Começa o Zé com certa dificuldade. É que depois da última partida do meu tri-mundial contra aquele time baiano, gritei tanto, mas tanto… Você sabe né Jonas… Já sou idoso, as coisas para uma pessoa da minha idade funcionam diferente. É a aposentaria que num aumenta, é o ônibus que ninguém dá lugar, é a fila do banco que é longa demais, é doença que aparece uma nova por mês, dói aqui, dói ali…

Fez uma pausa e uma careta e prosseguiu:

- Pra completar a organização do campeonato ainda fica colocando jogos preliminares de times verdes, pequenos, de técnicos fracos e torcedores como a Dona Genuína no meio da semana. Só pra divertir a gente. Daí a coisa vai ficando tão boa e engraçada que não só mais com o tri-mundial fico gastando minha garganta, fico me deliciando com os gols de outros times no time daquela velha… Daí dá uma saudade de quando tinha sua idade e tinha energia de sobra para sair por aí tirando sarro com todo mundo. Acabo não economizando nos berros de “Gol”. E ultimamente, cá pra nós, os times adversários do dela vêm me fazendo repetir essa palavra repetidas vezes por jogo.

- Hehehe, é verdade mesmo, seu Zé. Mas esse negócio de idade e bem complicado mesmo…

- Se é Jonas.

E o Jonas foi servindo o pedido do Zé.

O Zé sentiu o tradicional fedor de cigarro dentro da padaria. Olhou por cima do ombro e avistou Dona Genuína. Pensou e iniciou um grito:

- Veee

Mas antes mesmo que pudesse terminar,  Dona Genuína já saíra pela mesma porta que sequer teve tempo de fechar. Pegou seu litro de leite e dois pães e partiu no seu tradicional mau-humor. No meio do caminho, o Zóinho, o caixa, ficou aguardando o pagamento com a mão estendida. Dona Genuína sequer olhou para o Zóinho.

- Ei! Mas e o pagamento, Dona…?

- Põe na conta!

E saiu apressada. Tudo aconteceu numa fração de minutos, rápido demais para que todos pudessem entender.

- Mas que conta? Não trabalhamos com contas aqui na padaria, meu-deus-do-céu!

E o Zóinho ficou sem entender nada.

O Zé foi consumindo seu pedido em silencio. Não poderia ficar de conversa fiada, pois sua garganta não o permitia. O Jonas, louco para conversar, teve de se calar e apenas ficar olhando o Zé. Enquanto comia, o Jonas cuidava de seus afazeres. Terminou seu pedido e acenou para o Jonas se despedindo e dirigindo-se ao caixa. Chegando ao caixa, Zóinho foi logo falando:

- Fala “seu” Pó-de-arroz! O mengão ta chegando e vai atropelar hein…

O Zé fechou o semblante, olhou para um lado, olhou para o outro, olhou para o Jonas, olhou novamente para o Zóinho e fez uma cara de sério que intimidou o rapaz por alguns momentos. O Zé, então, chamou-o para perto de si. Quando o rapaz se aproximou:

- Hahahahahahahahahaha!!

Soltou uma gargalhada altíssima. Até o Jonas levou um susto lá do balcão.

- Ei Jonas! Forçou bastante a voz, o Zé. Vocês aqui da padaria não querem mesmo que eu fique bom da garganta, por que hein? Hahahahaha. Seu amigo aqui está a fazer piadas! Hahahahaha

- O senhor vai ver… o senhor vai ver…disse o constrangido Zóinho.

- Vou ver o que rapaz? Meu tri-mundial quando chega ao topo, ninguém tira. Todos sabem disso. Há três edições, do mesmo campeonato, que é assim! Quanta ilusão a sua, rapazola. Vá meu filho, cobre logo essa comanda e me dê o troco em balas de hortelã. Pelo visto, até o fim do campeonato ficarei mudo de tanto gritar.

- Mas e aquela briga entre os jogadores do seu time, Sr. Zé? Não o preocupa? E os três jogadores suspensos?

- Calma Zóinho, isso tudo é praxe. Todo filme de ação tem momentos de tensão no meio e no final o mocinho sempre acaba comendo a mocinha… Falando nisso tem uns DVDs bem interessantes lá em casa, o jeito é ficar em companhia deles e poupar minha garganta para o jogo contra o time do Garrincha. Vem mais tensão por aí.

Por – Hell

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DÉJÀ VU

Publicado por Edu em 19/11/2009

Muitos dizem por aí que nenhum dia é igual ao outro, que cada dia é único; que o dia que vivemos hoje jamais será repetido, nunca será igual novamente.

Hoje, quinta – feira, dia 19 de novembro de 2009, me sinto estranhamente igual, sinto-me surpreendida com uma clara e evidente sensação de déjà vu. Sim queridos amigos, olhando ao meu redor, abrindo sites da internet, folheando folhas de jornais, “sapeando” os canais de TV; nos programas esportivos do dia, tenho a sensação cristalina que sim; já vivi esse momento atual em alguma época da minha vida.

Mas o pior; é uma sensação de déjà vu múltiplo, como se o meu momento de hoje já tenha sido constantemente vivido e repetido por essa pessoa que vos fala, nos últimos anos.

Fiquei chocada, surpreendida e resolvi fazer reflexões sobre essa sensação, sobre esse sentimento que desde ontem à tarde me consumia os pensamentos e a alma.

Realizando um flashback da minha “vidinha”, cheguei a conclusão estarrecedora, que venho vivendo esse mesmo momento há quatro anos consecutivos. Sim, sempre nesses quatro últimos anos, nessa mesma época me vejo em meio a acusações, complôs, liderança nos “últimos metros da corrida”, superioridade, sexualidade de torcedores em voga, pessoas despeitadas atirando pra todos os lados em busca de respostas que nunca vem e o final sempre o mesmo.

Logo após, me vi um tanto preocupada com minha saúde mental, afinal essa sensação de déjà vu não é assim o que podemos chamar, da sensação mais normal do mundo. Como disse a alguns parágrafos acima, o normal é que todos os dias sejam diferentes, que todos os anos tenham dias únicos, dias diferentes.

Corri até alguns livros que possuo na minha estante em busca de alguma resposta a esse dilema que tanto me incomodava e quando cheguei a frente da mesma, me deparei com três livros e um espaço vazio logos após o terceiro livro.

Logo um sorriso despontou em meu rosto, pois olhando os livros tive a certeza que realmente já tinha vivido esse mesmo momento nos últimos três anos.

O nome dos livros? 4-3-3, 5-3-3 e 6-3-3! E logo ao lado do ultimo livro, o 6-3-3 havia um espaço vazio, como se aquele “vácuo” em minha estante pedisse algo que o completasse, algo como um livro chamado 7-3-3.

Olhei para os lados para averiguar se havia alguém ali presente naquele momento, vivenciando aquele meu instante de déjà vu e percebendo estar sozinha não pude deixar de não me sentir culpada pelo sorriso sarcástico que surgiu nos meus lábios ao ter certeza do que estava vivendo.

Sim, lá estava eu novamente com o meu time na liderança do campeonato brasileiro do ano de 2009, assim como aconteceu em 2006, 2007 e 2008. Era real, meu time novamente estava sendo atacado por forças extracampo nas ultimas “braçadas” do campeonato. Claramente meu time mostrava mais uma vez o “be- a- ba” de como ganhar um campeonato na hora certa.

Desculpem os adversários, mas não consegui conter um sentimento que emanava de mim, como se eu fosse um vulcão em erupção. Uma vontade imensa de gritar pro Brasil inteiro o quão superior eu me sentia naquele momento.

Meu time me mostrava naquele momento novamente o quanto é maior que os outros, o quanto impõe respeito e o principal; medo nos concorrentes.

Vendo que dentro de campo não há meios de evitar a hegemonia tricolor nesse “Brasilzão de Deus”, adversários usam de subterfúgios desprezíveis para tentar impedir mais um déjà vu em 2009.

Mas eu pergunto a você amigo leitor, qual a culpa que o meu time possui nessa história toda? Qual a culpa que meu time tem, de os adversários pensarem apenas no momento, não em formar uma base? Qual a culpa que meu time tem da incompetência de diretorias adversárias que preferem contratar jogadores “sobras” do mercado europeu, ao invés de apostar na base do time? Qual a culpa que meu time possui de os adversários possuírem dirigentes em suas equipes que mais parecem inimigos, firmando parcerias desastrosas e expressando opiniões e problemas internos que todo time tem em público? Qual a culpa que meu time tem de dirigentes adversários preferirem encher os bolsos ao invés de pagar salários de jogadores? Qual a culpa que meu time possui de os jogadores que atuam por ele terem prazer e não precisarem de vídeos motivacionais para se empenharem em campo, visto que o meu time dá a eles, toda a base necessária para que os mesmo pratiquem o melhor futebol? Qual a culpa que meu time tem de possuir um estádio, de possuir o centro de treinamento e o centro de formação de atletas, mais modernos do Brasil? Qual a culpa que temos de termos uma legislação dentro do clube que impede que o mesmo presidente fique no clube por mais de dois mandatos? Enfim… Qual a culpa que meu time tem de ser hoje tão superior aos outros e de não precisar de contratações fenomenais que levam a falência qualquer cofre futebolístico, para mais uma vez ser líder do principal campeonato do Brasil e mais difícil torneio nacional do mundo?

Porque então burlar tudo isso que é tão claro? Porque ao invés de manobras extracampo não apostar na estrutura de cada time, como faz Internacional, Grêmio, Cruzeiro?

Respostas para isso acho que por mais um ano não teremos.

Ontem mais uma vez o déjà vu se repetiu.

Meu time foi covardemente atacado. Dessa vez não pela “Madonna”, mas pelos auditores de trancinhas rubro negras do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que são quase figuras papais, imaculados que se acham no direito de interferir no andamento e resultado final de um campeonato que seguindo a forma honesta e digna, deveria ser decidido dentro de campo.

Mas sejamos realistas amigos, isso não vai acontecer. Eles não facilitarão, e o Brasil novamente ficará manchado pela conduta condenável desses senhores.

Quanto a nós são paulinos, o que nos resta e acreditar e ter certeza que a partir de agora teremos que entrar em campo com o time, os jogadores entrarem com a faca entre os dentes e terem sangue nos olhos pela conquista digna desse campeonato.

Virou questão de honra provar que como diria Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me destrói fortalece-me”

Ah, o nome do meu time?

São Paulo Futebol Clube! O mais querido e mais invejado clube do Brasil.

E usando Friedrich Nietzsche novamente:

“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”

Força, raça e vontade de mostrar que futebol se ganha dentro de campo, é isso que esperamos de vocês nobres guerreiros tricolores.

Estamos com vocês nesse abraço!

Foto - Site Oficial.

Por – Camila Zanluchi

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SPFC 2010 – WELCOME & GOODBYE !!

Publicado por RITT! em 19/11/2009

EM PRIMEIRA MÃO  TRAZEMOS PRA VOCÊ AQUELE QUE DEVE SER O ELENCO DO SÃO PAULO EM PELO MENOS 90% DA SUA TOTALIDADE PARA O ANO DE 2010.

MUITAS ESPECULAÇÕES PERDURAM, MUITOS BOATOS, PORTANTO VAMOS CITAR AS SAÍDAS E AS CHEGADAS NO CLUBE PARA A TEMPORADA QUE VEM.

DE PARTIDA:

AISLAN, RODRIGO, HUGO, BORGES, WASHINGTON E SAAVEDRA.

PODEM SER NEGOCIADOS:

ANDRÉ DIAS, MIRANDA, JUNIOR CÉSAR, ZÉ LUIS, HERNANES, JORGE WAGNER, ROGER E DAGOBERTO.

EFETIVADOS:

WELLINGTON, DIOGO, OSCAR, SERGIO MOTA, MAZOLA E HENRIQUE.

PROMOVIDOS PARA O PAULISTINHA E BASE DA COPINHA:

LEONARDO, MAYCON, DANILO, BRUNO UVINI, PAULO, BRUNO, MAURÍCIO, JEFFERSON, BRUNO FORMIGONI, JUNINHO, CASIMIRO, JOSÉ VITOR, MARCELINHO, RAFAEL TAVARES, LÉO GONÇALVES, RÉGIS, DIEGO, BRUNO DOS ANJOS, ERIC, JULIO CÉZAR.

REINTEGRAÇÃO:

WAGNER DINIZ

CHEGANDO:

MARCELINHO PARAÍBA, CARLINHOS PARAÍBA E FERNANDINHO.

QUASE ACERTADOS:

DANILO, ALECSANDRO E JUNIOR DUTRA

ESPECULAÇÕES:

CICINHO E RAFAEL SÓBIS

REFORÇOS ALMEJADOS:

1 LATERAL DIREITO, 2 ZAGUEIROS, 1 VOLANTE, 1 MEIA, 2 ATACANTES.

SUGESTÕES DOS TWEETEIROS:

LATERAL DIREITO: MARANHÃO – GUARANI / PATRICK – NÁUTICO / CICINHO – SANTO ANDRÉ.

ZAGUEIRO: LIMA – BETIS / AUGUSTO – AVAÍ / RAFAEL TOLÓI – GOIÁS / DIGÃO – FLUMINENSE / ALEX SILVA – HAMBURGO / LEANDRO CASTÁN BARUERI.

VOLANTE:  LÉO GAGO – AVAÍ / MARQUINHOS PARANÁ – CRUZEIRO / ACLEISSON – PORTUGUESA.

MEIA: CAMILO – SANTO ANDRÉ / ADRIANO PIMENTA – SPORT / CONCA – FLUMINENSE.

ATACANTE: FRANÇA – KASHIWA / LUIZ RICARDO – AVAÍ / BRUNO MINEIRO – NÁUTICO /  RAFAEL COELHO – FIGUEIRENSE / FELIPE – GOIÁS / NUNES – SANTO ANDRÉ.

POR HOJE É SÓ AMIGUINHOS !!

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SÃO PAULO 2X0 VITÓRIA: JASON ATACA NO “SÁBADO 14″

Publicado por mike90210 em 14/11/2009

Foto : Terra.com.br

Com o Morumbi lotado (53.446 torcedores) o Tricolor Paulista confirmou a liderança isolada e colocou três pontos de diferença para o segundo colocado, o Palmeiras.

E agora vamos contar a história desse jogo.

O time do São Paulo jogou com : Rogério Ceni, Renato Silva, André Dias, Miranda, Adrián González, Arouca, Hernanes (Marlos), Jorge Wagner (Richarlyson), Júnior Cesar, Hugo (Oscar), Washington.

No primeiro tempo, o nome do jogo foi Jorge Wagner. Além de ter aberto o placar para o tricolor aos 24 minutos, ele teve várias outras jogadas de destaque. O destaque negativo ficou por conta de Washington que continuou pecando nas finalizações.

Pelo lado do Vitória a única jogada de perigo foi uma cobrança de falta fechada que obrigou Rogério Ceni a defender com os pés e no rebote Washington acabou salvando o time, chutando para fora.

Logo no início do segundo tempo, aos 3 minutos,  o São Paulo ampliou o placar com Hugo.  E já com essa boa vantagem, o técnico Ricardo Gomes começou a fazer as mudanças no time. A primeira mudança aconteceu quando Jorge Wagner saiu para a entrada de Richarlyson.

Richarlyson, por sua vez, deixou Ricardo Gomes maluco por estar sempre indo ao ataque e deixando um espaço livre para o Vitória atacar.

Ricardo Gomes também colocou Marlos no lugar de Hernanes , que fez uma boa partida, mas que já estava cansado. E Oscar entrou no lugar de Hugo.

Washington ficou até o final e continuou perdendo gols. Ele inclusive perdeu uma chance incrível quando estava sozinho de frente para o gol.

Vamos agora conferir as notas dos jogadores e do técnico:

Rogério Ceni – Foi bem nos lances em que foi mais exigido e teve boa reposição de bola – 10

Renato Silva – Não comprometeu a defesa – 8

André Dias – Muito bem na defesa, mostrando segurança e garra – 9

Miranda – Fez uma partida sem erros – 9

Adrián González – Fez uma boa partida e está cada vez mais se entrosando no esquema – 8

Arouca – Boa partida – 8

Hernanes – Foi bem no jogo, correu muito, e poderia ter ficado até o fim se não tivesse cansado – 9

Jorge Wagner – Apesar de não ter jogado a partida inteira, ele foi essencial para que o jogo fluísse bem e ditou o ritmo do tricolor, principalmente no primeiro tempo – 10

Júnior Cesar – Importante para o time e sempre atento. Pediu permissão ao técnico Ricardo Gomes para poder ir mais ao ataque quando viu que o Vitória não representava muito perigo do seu lado do campo – 9

Hugo – Fez o segundo gol que foi decisivo para dar mais tranquilidade ao time – 9

Washington – Teve várias chances claras de gol e se complicou com a bola. O único destaque foi a defesa que ele fez no primeiro tempo num lance de falta do Vitória que teve rebote do goleiro Rogério Ceni – 7

Richarlyson – Não cumpriu a sua função no campo, o que fez com que o técnico Ricardo Gomes chamasse sua atenção por três vezes seguidas e pedisse para que ele ficasse na posição de volante – 7

Marlos – Pouco tempo em campo – Sem Nota

Oscar – Também jogou pouco – Sem Nota

Ricardo Gomes – Diferente de outras partidas,  o técnico Ricardo Gomes pareceu mais agitado e comandava mais o time na beira do campo. Corrigiu posicionamento do Richarlyson e pediu para o time não recuar muito. Ele foi bem participativo e substituiu bem, e sua aposta em Hugo no ataque acabou dando certo – 9

O próximo jogo do São Paulo será no próximo domingo contra o Botafogo, no Engenhão.

Por enquanto é só, galerinha. Até mais!


Mike SPFC

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